quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A única coisa que eu tenho feito ultimamente é dormir. Tenho acordado todos os dias mais ou menos as 13 hrs e tenho dormido antes das 2 da manhã. E também durmo a tarde.
Isso faz eu me sentir mais inútil do que nunca.
Eu poderia estar estudando, arrumando um emprego ou conquistando o mundo.
Mas não, eu só durmo, e reclamo da vida.
Isso é muito, muito feio Gabriella.



quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Lá vem 2009.

Em dezembro de 2007 eu fiz uma listinha de 'coisas que quero fazer em 2008'. Revirando minhas coisas esses dias eu achei essa lista e percebi que eu tinha feito mais da metade das coisas que estavam escritas nela, e fiquei muito feliz com isso.

2008 foi um ano bom pra mim.
Vivi coisas muito boas, superei coisas que eu achava que seriam insuperáveis, conheci pessoas maravilhosas... E é claro que tambem houveram coisas ruins, mas essas servem como aprendizado. Acho que amadureci muito em 2008. E é isso que importa.

Eu odeio toda essa falação de ano novo. Mas eu realmente espero que 2009 seja um bom ano pra mim, dessa vez eu não fiz nenhuma listinha, mas também espero realizar muitas das coisas que eu tenho vontade. É isso. :)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

"Toda mudança apavora
mesmo aquelas que sonhamos realizar.
Não há garantias, mas apenas a ilusão
de alcançar o que desejamos.
Todo passo é um tiro no escuro,
mas tamém a possibilidade
de realização."

domingo, 14 de dezembro de 2008

Isso aqui deveria se chamar ego.

Parece que nunca é o bastante. Uma insaciável fome de felicidade plena me consome e só me causa tristeza. Longe das pessoas que eu amo eu não sou nada, essa é a verdade. Só o fato de poder me encontrar sozinha e ter que enfrentar a mim mesma me causa pânico. É uma sensação triste que faz meu coração ficar cada vez mais apertado e meus pensamentos mais confusos do que nunca. Talvez eu seja mesmo mais carente de sentimentos do que aparento ser. E sou ciente de que a felicidade está sempre correndo da gente, mas eu não desisto. Ou desisto por alguns instantes. Continuo com meus medos me causando calafrios, e a sensação de chegar em casa e estar sozinha com todo o meu 'eu'. É isso que me mata. Talvez eu nunca entenda.